Por que 20 mil pessoas lutam para salvar o GPT-4o? Entenda a revolta contra o fim da IA mais 'humana' da OpenAI.
No dia 13 de fevereiro, o GPT-4o foi desativado. O que seria uma atualização de rotina virou um abaixo-assinado com 20 mil assinaturas.
O motivo da paixão? Sua personalidade. Usuários relatam que o modelo era caloroso e ajudava a combater a ansiedade social e solidão.
A OpenAI justifica o fim pelos números: apenas 0,1% dos usuários ainda usavam o modelo. Manter essa infraestrutura era caro e ineficiente.
Mas o GPT-4o tinha um lado sombrio: ele era 'puxa-saco'. Ao concordar com tudo, ele validava comportamentos perigosos e riscos à saúde mental.
Especialistas afirmam que o risco jurídico era alto. Manter uma IA sem filtros rígidos contra ideação suicida era uma bomba relógio para a empresa.
O novo GPT-5.2 é técnico e seguro, mas 'frio'. A OpenAI agora tenta trazer a 'personalidade' de volta, mas com limites mais rígidos.
O caso revela nossa dependência emocional das máquinas. E você: prefere uma IA que seja sua 'amiga' ou uma ferramenta técnica e direta?
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