A espera finalmente acabou para os fãs da Yacht Club Games. O estúdio que redefiniu o gênero retro com Shovel Knight acaba de lançar sua mais nova obra-prima: Mina the Hollower. Disponível para Nintendo Switch, o aguardado Nintendo Switch 2, Xbox Series e PS5, o título já chegou quebrando recordes de aceitação crítica, posicionando-se como um forte candidato a Jogo do Ano.
Resumo Rápido:
- Conclusão: O jogo é uma evolução espiritual dos clássicos de 8-bits e 16-bits, unindo Zelda e Bloodborne.
- Dado Técnico: Média de 93 no Metacritic e 92 no OpenCritic em seu lançamento.
- Indicação: Obrigatório para quem busca desafio, exploração densa e arte em pixel art de alta fidelidade.
O fenômeno das notas no Metacritic e OpenCritic
Desde o seu anúncio, a expectativa sobre Mina era gigantesca, mas os números iniciais superaram até as previsões mais otimistas. No Metacritic, o jogo estreou com uma média impressionante de 93 pontos baseada em 38 análises. Já no OpenCritic, a nota se mantém em 92, com 100% de recomendação dos críticos.
| Plataforma de Nota | Pontuação Média | Status |
| Metacritic | 93/100 | Aclamação Universal |
| OpenCritic | 92/100 | Mighty (Poderoso) |
Veículos de peso como a GameSpot e DualShockers não pouparam elogios, atribuindo a nota máxima (100). A crítica destaca que, embora o jogo beba da fonte de clássicos como Castlevania e Zelda: Link’s Awakening, ele possui uma identidade própria vibrante. É o que chamamos de “homenagem inventiva”: ele não apenas copia o passado, mas o utiliza como fundação para mecânicas modernas e surpreendentes.
A jogabilidade que une o clássico ao moderno
Em Mina the Hollower, você assume o papel de Mina, uma inventora e “escavadora” (Hollower) encarregada de salvar uma ilha amaldiçoada. A mecânica central gira em torno do seu chicote e da habilidade de escavar o solo. Escavar no jogo funciona como uma mecânica de esquiva e mobilidade: você mergulha na terra para evitar ataques e ressurge para contra-atacar, algo que lembra a fluidez de um souls-like adaptado para a visão aérea.
A progressão é densa. O mundo é interconectado e recompensador, incentivando o jogador a testar diferentes armas e relíquias. A GamesRadar+ apontou que a variedade de opções de exploração é o que torna o jogo único, oferecendo uma liberdade que raramente vemos em títulos com estética retrô. É uma experiência que exige reflexos, mas que recompensa a inteligência estratégica do jogador.

Guia prático: Dicas para dominar o chicote e a escavação
Para você que está começando sua jornada na ilha amaldiçoada em 29 de maio, preparamos um roteiro de sobrevivência essencial. Dominar as ferramentas de Mina é a diferença entre a vitória e a frustração constante.
- Aprenda o tempo da escavação: Não veja a escavação apenas como um meio de transporte. Ela é seu principal frame de invencibilidade. Treine mergulhar no exato momento em que o projétil inimigo está prestes a atingir você.
- Gerencie seu alcance: O chicote tem um alcance médio, mas deixa você vulnerável nas laterais. Use o cenário a seu favor, atraindo inimigos para corredores estreitos onde o chicote brilha.
- Exploração Vertical: Muitas vezes, o caminho para o próximo objetivo está escondido sob o solo. Se vir rachaduras ou padrões estranhos no chão, escave sem medo.
- Economia de Relíquias: Não gaste seus itens de suporte em inimigos comuns. Guarde-os para os subchefes, que apresentam picos de dificuldade significativos.
Vale a pena jogar Mina the Hollower agora?
A resposta curta é: sim, absolutamente. A Yacht Club Games provou que Shovel Knight não foi sorte. Mina the Hollower é descrito por muitos críticos como a “obra-prima” do estúdio. Ele consegue a proeza de ser nostálgico para quem cresceu no Game Boy Color, mas ao mesmo tempo parece um jogo de última geração em termos de profundidade e design de níveis.
O lançamento em múltiplas plataformas, incluindo o suporte para o Nintendo Switch 2, garante que o jogo aproveite o melhor desempenho possível, com taxas de quadros estáveis e cores vibrantes que fazem a pixel art saltar aos olhos. Se você busca um jogo que desafie suas habilidades e ofereça dezenas de horas de segredos, este é o título definitivo deste semestre.
Concluindo…
Mina the Hollower não é apenas mais um indie de plataforma; é a prova de que o design focado em mecânicas sólidas e atmosfera envolvente é atemporal. Com notas que o colocam no topo do ranking de 2026, a jornada de Mina pela ilha amaldiçoada já é histórica. A mistura de terror gótico com aventura clássica criou um nicho que poucos jogos conseguiram explorar com tanto sucesso.
E você, já está pronto para escavar os segredos dessa ilha? Deixe seu comentário abaixo contando qual plataforma você escolheu para jogar!
FAQ
O que é Mina the Hollower?
Mina the Hollower é um jogo de ação e aventura com visão aérea desenvolvido pela Yacht Club Games, os mesmos criadores do aclamado Shovel Knight. No jogo, você controla Mina, uma heroína capaz de usar um chicote e escavar o solo para combater monstros e explorar uma ilha misteriosa e amaldiçoada.
O jogo utiliza uma estética inspirada nos títulos de Game Boy Color, mas com tecnologias modernas de iluminação e jogabilidade. Ele combina elementos de exploração de Zelda com o combate técnico e a atmosfera sombria de títulos como Castlevania e Bloodborne, criando uma experiência única e desafiadora.
Mina the Hollower é um forte candidato a Jogo do Ano?
Sim, as avaliações iniciais indicam que ele é um dos favoritos ao título de Jogo do Ano (GOTY) em sua categoria. Com notas médias entre 92 e 93 nos principais agregadores, o jogo superou grandes produções AAA em termos de recepção crítica, destacando-se pela sua originalidade e polimento técnico impecável.
A crítica especializada afirma que o jogo eleva o patamar dos indies, oferecendo uma densidade de conteúdo que rivaliza com grandes franquias. Se a tendência continuar com o lançamento de novos conteúdos e a resposta do público for positiva, ele certamente estará nas listas de melhores de 2026.
Em quais plataformas posso jogar Mina the Hollower?
O jogo foi lançado para uma ampla gama de plataformas para garantir que todos os jogadores tenham acesso. Você pode encontrá-lo no Nintendo Switch, no recém-lançado Nintendo Switch 2, no PlayStation 5 (PS5) e na família Xbox Series. Essa disponibilidade multiplataforma é estratégica para o sucesso do título.
Vale notar que as versões para os consoles de nova geração, como o Switch 2 e o PS5, oferecem tempos de carregamento quase instantâneos e uma fidelidade visual que realça cada detalhe da pixel art feita à mão pela equipe da Yacht Club Games.
Qual é a principal mecânica de combate do jogo?
A mecânica principal é o uso do chicote combinado com a habilidade de escavação. Enquanto o chicote serve para manter os inimigos à distância e causar dano, a escavação permite que Mina se mova rapidamente por baixo da terra, evitando ataques fatais e acessando áreas secretas que não seriam alcançadas a pé.
Essa dinâmica cria um ritmo de combate muito tático. O jogador precisa decidir constantemente entre atacar de longe ou mergulhar no solo para flanquear o oponente. É um sistema que recompensa o aprendizado dos padrões dos inimigos e o uso criativo do cenário.
Por que as notas no Metacritic e OpenCritic são tão importantes?
As notas em agregadores como Metacritic e OpenCritic servem como um termômetro da indústria. Para um estúdio como a Yacht Club Games, manter uma média acima de 90 pontos coloca o jogo em uma prateleira de elite, atraindo mais visibilidade e confiança dos consumidores que buscam experiências de alta qualidade.
Além disso, essas pontuações influenciam algoritmos de lojas digitais e premiações de fim de ano. No caso de Mina the Hollower, as notas 93 e 92 confirmam que o estúdio conseguiu manter a excelência após o sucesso de Shovel Knight, consolidando sua autoridade no desenvolvimento de jogos de ação.
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